sexta-feira, 30 de novembro de 2007
quarta-feira, 28 de novembro de 2007
# 115 - :) porque hoje... é dia de aniversário...
Publicada por maria_maia em 00:04 0 comentários
Etiquetas: Pedro Barroso
domingo, 25 de novembro de 2007
# 114 - o país dos... Almerindos...
Sempre com visão clara e linguinha afiada:
O país dos Almerindos
Por Pedro Barroso
NÃO SE LHE CONHECIA OBRA DE CULTURA, drama ou romance. Não se lhe conhecia curriculum nem de cineasta, nem de vídeo amador. Não se lhe conhecia nenhuma especial sapiência em coisas de Rádio ou Televisão. E contudo.
Fundador do Partido Socialista, já foi também Presidente dos Conselhos de Administração da Agência Lusa e da Portugal Global; já foi também administrador da Caixa Geral de Depósitos e do Banco Espírito Santo; já foi também Presidente do Banco Fonsecas & Burnay e da filial portuguesa do Barclays; já foi também deputado pelo Partido Socialista e até Secretário de Estado da Administração Escolar, num governo chefiado por Mário Soares (1976/78).
Veio pois, do Banco de toda a gente, quando este acaba, para a Caixa de toda a gente, quando esta expande. Talvez como prémio.
Diz-se que, aí, houve mau entendimento com o Administrador principal. Saiu da dita CGD e logo arranjou um empregozito modesto na gestão da RTP. “Convite”, ao que parece, que é sempre como se contrata a este nível cá no burgo.
Uma surpresa para tantos homens de televisão elegíveis.
Como gestor implacável. Diz-se que é um homem de miúdos. Passe a expressão, hoje em dia equívoca e maldosa... Falo de trocos, tostões, pataqueira, entenda-se. Diz-se dos garimpeiros do cêntimo. Verificadores de contas, nunca investidores, com ordens rigorosas para poupar. Coisa que, ao que parece, sabe fazer.
Advogava que nunca deve investir-se nem em programas musicais, nem culturais, pois não dão audiências.
Foi-me dito na cara, em passados encontros, posso afirmá-lo, portanto.
Tem uma irritabilidade fácil e, contudo, tem sabido resistir a denúncias públicas das suas muitas benfeitorias, haveres, poderes, cargos e tachos. Em vão, jornais tentaram implicá-lo em tentaculares ligações. E denunciar-lhe os mil e um lugares, vencimentos e domínios. Imperturbável, o seu prestígio fica sempre incólume. De pedra e cal.
Tem defensores públicos que vêm à liça defendê-lo ao mínimo ataque.
Governar para o tostão tem sido o investimento de regime na cultura do povo. Se ele ficar progressivamente bimbo e recuado no gosto, não há problema. Imbecilize-se, mas haja pé-de-meia. O Estado assim entende a função da rádio e da televisão próprias.
E depois dá-se um fenómeno curioso – se não soubermos nem quisermos expandir o sentido crítico, a qualidade e a modernidade, o povo passa a consumir a mediocridade. E aí as audiências retornam. Bovinas mas retornam.
É o primeiro presidente da RTP a ser nomeado por um Governo e a ser reconduzido por outro Governo de outro partido. E continua dono do futuro, ao que parece.
Que ninguém o conteste. O empregado Rodrigues dos Santos que o testemunhe, pois escreve nas horas vagas e, para isso, parece que não anda a cumprir os horários. E dá com a língua nos dentes em assuntos que não deve. Está mal.
Ter tachos, afinal, é feio.
Agora, espantosamente, o homem sabe ainda mais comprovadamente de tudo. Acaba de ser nomeado presidente das Estradas de Portugal. Pimba!
Da Banca, à Televisão, às Estradas. Nem Nuno Rogeiro faria melhor.
Conclusão:
Eu quero mudar o meu nome.
Já deu entrada no cartório da minha terra que, em vez de António Pedro, quero passar a ser definitivamente, Almerindo. Apesar de um pouco teutónico, gosto muito.
Está decidido. Ponto. Não aceito menos.
É um nome muito bonito e paga demasiado bem, para lhe ficar indiferente.
Sou um óptimo gestor, o pessoal é que anda por aí distraído. Somítico, miudinho, minucioso, jacobino, avarento, agarrado, terrível. Serei tudo isso.
Tenho é andado adormecido entre o sonho e a viagem. Mas prometo reencaminhar-me de forma severa e exemplar. Aproveitem-me, por favor, desatentos indicadores e convidadores de cargos deste país. Serei excepcionalmente produtivo.
Cortiças, vinho do Porto, futebol, pescas, cereais, açúcares, azeites, banca, orquestras, televisão, ramas de petróleo, tangerinas, moda, helicópteros, qualquer coisa.
Prometo lucros. Resultados garantidos.
Como tal, mudo o nome e inscrevo-me em tudo o que for preciso.
Trigo limpo.
Ao vosso dispor. Atentamente,
Almerindo Barroso
(fica bonito, não fica?)
texto roubado [aqui]
Publicada por maria_maia em 13:20 0 comentários
Etiquetas: destaque, Pedro Barroso
# 113 - navegador do futuro...
Publicada por maria_maia em 12:13 0 comentários
Etiquetas: Pedro Barroso
domingo, 18 de novembro de 2007
# 112 - Os cantos do Zeca
A passar um pouco das 16:00H, no Fórum da Maia, com a casa completamente cheia, cantamos Zeca Afonso.
Completando hoje o vigésimo aniversário sobre a sua fundação, a Associação José Afonso - AJA, concretizou no fórum da Maia, um encontro de amigos.
Várias vozes, cantando ou lendo, fizeram-nos recordar momentos significativos da vida publica do Zeca, fazendo sempre uso da canção com função pedagógica. Foram eles: Ajaforça, Amílcar Mendes, Ana Afonso, António Ramalho, Carlos Andrade, Carlos Jorge, Fernando Soares, Gil Filipe, João Teixeira, José Carlos Barbosa, José Silva e Tino Baz. Na parte final, "matando" as saudades de todos nós, cantaram, emocionaram e encantaram os veteranos cantores de Abril: Francisco Fanhais, José Mário Branco e Tino Flores.
De tudo o que senti... ficou a enorme vontade de... REPETIR!...
Zeca continua VIVO!!!
Publicada por maria_maia em 21:15 0 comentários
Etiquetas: Zeca Afonso
domingo, 11 de novembro de 2007
# 111 - porque é São Martinho...
Publicada por maria_maia em 23:26 0 comentários
Etiquetas: Carlos do Carmo
# 110 - ganham pouco... e nem esse mísero salário lhes pagam....
Solidária com a informação corajosamente divulgada pelo blog [cegueira lusa], aqui fica o meu contributo na denúncia:
Não querendo tomar a parte pelo todo, não me atrevo, para já, a juntar-me ao exército, que tem visto as suas fileiras engrossarem, daqueles que diabolizam as AEC. Apesar de não ser novidade para ninguém que me conheça que não concordo com o modelo adoptado nem com os objectivos (se é que estes existem) que estas se propõem alcançar. Todavia, posso afirmar, convictamente, que este modelo contribui para o empobrecimento dos professores envolvidos no projecto.
A trabalharem desde Setembro sem receberem um cêntimo pelos seus serviços é absolutamente inaceitável. Não esqueçamos que estes profissionais trabalham a «Recibo Verde», portanto há uma boa parte do ano em que não recebem coisa alguma. Isto já é preocupante. Pensar que estas pessoas desde Julho que não auferem qualquer vencimento suscita-me algumas questões: Quem paga a renda / prestação da casa? Quem paga a alimentação? Quem paga a água, a luz, o telefone? Como é que se vive assim? Não esqueçamos que muitos têm que se deslocar em transporte próprio para a (s) escola (s) onde leccionam. Não sei se esta situação se está a passar em todo o país. Em Viseu esta é uma realidade dramática. Parece que os vencimentos estão a ser processados… estavam… estarão… Ninguém sabe ao certo.
O que sei é que há gente a vivenciar situações dramáticas. Um amigo disse-me que não sabe se o dinheiro que ainda lhe resta será suficiente para o combustível que lhe permita deslocar-se às várias escolas em que trabalha. Aqui está outra aberração: contratam imensa gente e depois atribuem apenas 12 horas a cada professor, horas distribuídas por distintos locais, obrigando a várias deslocações diárias.
Se não expusesse esta situação vergonhosa e lamentável hoje, tenho a sensação de que nem dormiria em paz. Outros há que estão, dado o adiantado da hora, tranquilamente a sonhar com a cabeça na almofada. Enquanto isso, muitos fazem das tripas o coração, encetando majestosos malabarismos, para fazerem face às necessidades básicas do quotidiano.
Publicada por maria_maia em 04:22 0 comentários
Etiquetas: professores, solidariedade
segunda-feira, 5 de novembro de 2007
# 109 - cantos de oxalá....
Descobri... o que me parece ser uma autêntica peça de museu... :)
Tão velhinha, mas... tão actual!...
Publicada por maria_maia em 02:08 1 comentários
Etiquetas: Pedro Barroso
quinta-feira, 1 de novembro de 2007
# 108 - AMIGO... maior que o pensamento...
Publicada por maria_maia em 23:17 0 comentários
Etiquetas: José Afonso
terça-feira, 16 de outubro de 2007
Adriano Correia de Oliveira - SEMPRE PRESENTE
Publicada por maria_maia em 23:14 4 comentários
Etiquetas: 16 de Outubro, Adriano Correia de Oliveira
Adriano Correia de Oliveira - SEMPRE PRESENTE
Publicada por maria_maia em 03:08 1 comentários
Etiquetas: 16 de Outubro, Adriano Correia de Oliveira
sábado, 13 de outubro de 2007
#105- Adriano Correia de Oliveira - SEMPRE PRESENTE
canção do soldado
Publicada por maria_maia em 01:00 0 comentários
Etiquetas: 16 de Outubro, Adriano Correia de Oliveira
sexta-feira, 12 de outubro de 2007
#104- Adriano Correia de OLiveira - SEMPRE PRESENTE
Em tempos de guerra colonial
choravam-se assim
os filhos amados
os namorados desejados
os maridos ausentes...
Publicada por maria_maia em 02:57 0 comentários
Etiquetas: 16 de Outubro, Adriano Correia de Oliveira
quinta-feira, 11 de outubro de 2007
#103-Adriano Correia de Oliveira - SEMPRE PRESENTE
em tempos de guerra colonial
com tristeza, lágrimas e nó na garganta
cantava-se assim:
cantava-se assim:
Já lá vai Pedro soldado
Num barco da nossa armada
E leva o nome bordado
Num saco cheio de nada
Triste vai Pedro soldado
Branca rola não faz ninho
Nas agulhas do pinheiro
Não é Pedro marinheiro
Nem o mar é seu caminho
Nem anda a branca gaivota
Pescando peixes em terra
Nem é de Pedro essa rota
Dos barcos que vão à guerra
Onde não anda ceifando
Já o campo se faz verde
E em cada hora se perde
Cada hora que demora
Pedro no mar navegando
Não é Pedro pescador
Nem no mar vindimador
Nem soldado vindimando
Verde vinha vindimada
Triste vai Pedro soldado
Intérprete: Adriano Correia de Oliveira
Música: Adriano Correia de Oliveira
Letra: Manuel Alegre
Publicada por maria_maia em 00:54 0 comentários
Etiquetas: 16 de Outubro, Adriano Correia de Oliveira
quarta-feira, 10 de outubro de 2007
# 102- Adriano Correia de Oliveira - SEMRE PRESENTE
"gente daqui e de agora": o senhor morgado...
Publicada por maria_maia em 01:48 0 comentários
Etiquetas: 16 de Outubro, Adriano Correia de Oliveira
# 101 - até os próprios... se riram... :)
e eu também!!
Publicada por maria_maia em 01:45 4 comentários
terça-feira, 9 de outubro de 2007
# 100 - Adriano Correia Oliveira - SEMPRE PRESENTE
GENTE daqui e de agora...
Adriano cantando António Aleixo
história do quadrilheiro Manuel Domingos Louzeiro
Publicada por maria_maia em 02:19 0 comentários
Etiquetas: 16 de Outubro, Adriano Correia de Oliveira
segunda-feira, 8 de outubro de 2007
# 99 - Adriano Correia de Oliveira - SEMPRE PRESENTE
LIRA...
Publicada por maria_maia em 23:41 0 comentários
Etiquetas: 16 de Outubro, Adriano Correia de Oliveira
domingo, 7 de outubro de 2007
# 98 - 25 de Abril, SEMPRE!!!
Publicada por maria_maia em 15:19 0 comentários
Etiquetas: destaque, lutas sindicais
# 97 - Adriano Correia de Oliveira - SEMPRE PRESENTE
canção da Beira Baixa
como é bonito e diversificado o folclore português!
O Adriano também o valorizou....
Publicada por maria_maia em 02:32 0 comentários
Etiquetas: 16 de Outubro, Adriano Correia de Oliveira


